Planalto, 16 de maio de 2009.
Ao MD Vereador Joaquim Rezende.
Ao MD Vereador Joaquim Rezende.
Ao MD Vereador João Freitas.
Define-se por "EMERGÊNCIA" a constatação médica de condições de agravo à saúde que impliquem em risco iminente de vida ou sofrimento intenso, exigindo, portanto, tratamento médico imediato.
Define-se por "URGÊNCIA" a ocorrência imprevista de agravo à saúde com ou sem risco potencial à vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata.
As 13:00h deste sábado, o Pronto Socorro do Hospital Municipal de Planalto recebe o jovem M.F.S.C.,13 anos, residente e domiciliado neste mesmo município. O Jovem, que no dia anterior esteve internado no mesmo hospital por problemas na pressão arterial, estava com mais um crise de hipertensão, que desta vez mais forte do que as anteriores, o impossibilitava de se manter em pé. Carregado por seus familiares, ele foi acomodado em uma das macas, a única vazia por sinal. O Pronto Socorro estava cheio de pacientes, mas naquele momento, nenhum profissional estava ali, nenhum responsável pelo setor. A recepcionista, que estava fazendo a ficha de alguns pacientes que também chegavam ali, ao saber que não havia nenhum profissional responsável no setor, ligou para outro setor pedindo que alguém fosse ao Pronto Socorro, averiguar a pressão arterial do menino.
De repente chegou ao Pronto Socorro uma técnica em enfermagem muito atenciosa, que verificou a pressão arterial do garoto dizendo que estava em 190/110, nível altíssimo para um adulto, quanto mais para um garoto. O garoto dizia sentir tontura e um formigamento no braço esquerdo. Sabendo disso, ela saiu do Pronto Socorro em passos rápidos e foi avisar o médico. O médico havia terminado de almoçar e estava descansando em seu aposento. Alguns minutos depois, chegou outra técnica em enfermagem, para fazer a verificação novamente, que acusou 170/110. Neste momento, a primeira técnica em enfermagem volta com a resposta do médico: ‘Ele apenas disse para fazer uma injeção e aplicar no garoto’. Ela dizia enquanto aplicava a injeção.
O tempo passando e nada do médico dar as caras. Estava presente no local, a MD Conselheira Tutelar e tia do paciente, Renilde Amaral, indignada com o descaso do médico com o caso do garoto. Após várias tentativas de chamar o médico, a Sra. Renilde Amaral, decidiu ir até a residência do Sr. Edmilson, administrador do Hospital. Chegando lá, a conselheira expôs o caso, indignada. O Srº Edmilson, imediatamente, ligou para o médico, Dr. Francisco, pedindo para que o mesmo desse mais atenção ao caso, afinal, era uma emergência. Ao voltar ao hospital, o médico já estava atendendo o garoto, examinando-o cuidadosamente e medicando-o para sanar o problema. E que atendimento! Aquele Pronto Socorro sem médico, agora tinha um médico que atendia o garoto, assim como lhe foi ordenado pelo seu chefe, o Administrador. Após vários exames, ele liberou o garoto, que retornou para sua residência.
Agora eu lhe pergunto vereador:
QUANTO TEMPO OS PACIENTES TERÃO QUE ESPERAR PARA A BOA VONTADE DOS MÉDICOS? PARA UM BOM ATENDIMENTO, PRECISAREMOS DA INTERVENSÃO DO ADMINISTRADOR DO HOSPITAL OU DE QUALQUER OUTRA AUTORIDADE MUNICIPAL? ONDE ESTÃO OS DIREITOS DO CIDADÃO?
Qual o conceito de Pronto Socorro? O médico demorou meia hora para atender, e só atendeu por que o Sr Edmilson ligou. Meia hora é tempo mais do que suficiente para um caso como esse se agravar, evoluindo para um acidente vascular cerebral ou até mesmo um infarto do miocárdio. Nas condições de atendimento das áreas relacionadas à saúde da nossa querida cidade, ficamos a mercê da proteção divina ou da sorte.
Com uma atitude como esta, acredito que atitudes importantes como verificar se a saúde está andando bem, se tem médico no Pronto Socorro, se a população está sendo bem atendida ficam em segundo plano para a administração municipal. Qual será o primeiro plano? A cada dia que passa, eu me decepciono mais.
Mas tanto faz, o importante é ter as contas públicas aprovadas, de uma forma ou outra. Acredito que este deve ser o pensamento do pessoal do setor executivo.
Espero que algum dia tudo se renove. Porque de novo, só temos o prefeito. Continuam as mesmas políticas de cabresto e de favores. Espero um dia entrar no hospital e ser atendido DIGNAMENTE, como qualquer outro cidadão, apadrinhado ou não. Espero que, chegando ao Pronto Socorro, haja um médico, e que ele venha me atender. Mas atender porque esta é sua função, e não por que seu chefe mandou. Espero um dia que todos tenham direitos iguais.
Sem mais o que dizer,
Danilo Sobral
Cidadão
Define-se por "EMERGÊNCIA" a constatação médica de condições de agravo à saúde que impliquem em risco iminente de vida ou sofrimento intenso, exigindo, portanto, tratamento médico imediato.
Define-se por "URGÊNCIA" a ocorrência imprevista de agravo à saúde com ou sem risco potencial à vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata.
As 13:00h deste sábado, o Pronto Socorro do Hospital Municipal de Planalto recebe o jovem M.F.S.C.,13 anos, residente e domiciliado neste mesmo município. O Jovem, que no dia anterior esteve internado no mesmo hospital por problemas na pressão arterial, estava com mais um crise de hipertensão, que desta vez mais forte do que as anteriores, o impossibilitava de se manter em pé. Carregado por seus familiares, ele foi acomodado em uma das macas, a única vazia por sinal. O Pronto Socorro estava cheio de pacientes, mas naquele momento, nenhum profissional estava ali, nenhum responsável pelo setor. A recepcionista, que estava fazendo a ficha de alguns pacientes que também chegavam ali, ao saber que não havia nenhum profissional responsável no setor, ligou para outro setor pedindo que alguém fosse ao Pronto Socorro, averiguar a pressão arterial do menino.
De repente chegou ao Pronto Socorro uma técnica em enfermagem muito atenciosa, que verificou a pressão arterial do garoto dizendo que estava em 190/110, nível altíssimo para um adulto, quanto mais para um garoto. O garoto dizia sentir tontura e um formigamento no braço esquerdo. Sabendo disso, ela saiu do Pronto Socorro em passos rápidos e foi avisar o médico. O médico havia terminado de almoçar e estava descansando em seu aposento. Alguns minutos depois, chegou outra técnica em enfermagem, para fazer a verificação novamente, que acusou 170/110. Neste momento, a primeira técnica em enfermagem volta com a resposta do médico: ‘Ele apenas disse para fazer uma injeção e aplicar no garoto’. Ela dizia enquanto aplicava a injeção.
O tempo passando e nada do médico dar as caras. Estava presente no local, a MD Conselheira Tutelar e tia do paciente, Renilde Amaral, indignada com o descaso do médico com o caso do garoto. Após várias tentativas de chamar o médico, a Sra. Renilde Amaral, decidiu ir até a residência do Sr. Edmilson, administrador do Hospital. Chegando lá, a conselheira expôs o caso, indignada. O Srº Edmilson, imediatamente, ligou para o médico, Dr. Francisco, pedindo para que o mesmo desse mais atenção ao caso, afinal, era uma emergência. Ao voltar ao hospital, o médico já estava atendendo o garoto, examinando-o cuidadosamente e medicando-o para sanar o problema. E que atendimento! Aquele Pronto Socorro sem médico, agora tinha um médico que atendia o garoto, assim como lhe foi ordenado pelo seu chefe, o Administrador. Após vários exames, ele liberou o garoto, que retornou para sua residência.
Agora eu lhe pergunto vereador:
QUANTO TEMPO OS PACIENTES TERÃO QUE ESPERAR PARA A BOA VONTADE DOS MÉDICOS? PARA UM BOM ATENDIMENTO, PRECISAREMOS DA INTERVENSÃO DO ADMINISTRADOR DO HOSPITAL OU DE QUALQUER OUTRA AUTORIDADE MUNICIPAL? ONDE ESTÃO OS DIREITOS DO CIDADÃO?
Qual o conceito de Pronto Socorro? O médico demorou meia hora para atender, e só atendeu por que o Sr Edmilson ligou. Meia hora é tempo mais do que suficiente para um caso como esse se agravar, evoluindo para um acidente vascular cerebral ou até mesmo um infarto do miocárdio. Nas condições de atendimento das áreas relacionadas à saúde da nossa querida cidade, ficamos a mercê da proteção divina ou da sorte.
Com uma atitude como esta, acredito que atitudes importantes como verificar se a saúde está andando bem, se tem médico no Pronto Socorro, se a população está sendo bem atendida ficam em segundo plano para a administração municipal. Qual será o primeiro plano? A cada dia que passa, eu me decepciono mais.
Mas tanto faz, o importante é ter as contas públicas aprovadas, de uma forma ou outra. Acredito que este deve ser o pensamento do pessoal do setor executivo.
Espero que algum dia tudo se renove. Porque de novo, só temos o prefeito. Continuam as mesmas políticas de cabresto e de favores. Espero um dia entrar no hospital e ser atendido DIGNAMENTE, como qualquer outro cidadão, apadrinhado ou não. Espero que, chegando ao Pronto Socorro, haja um médico, e que ele venha me atender. Mas atender porque esta é sua função, e não por que seu chefe mandou. Espero um dia que todos tenham direitos iguais.
Sem mais o que dizer,
Danilo Sobral
Cidadão
Esse texto foi enviado para os vereadores citados acima, com intuito de ser colocado em discução na câmara de vereadores o descaso médico que ocorrou não apenas com o Nando, mas também com mais alguns pacientes que estavam no hospital durante esse horario. Espero que eles falem algo. Vamos aguardar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário